segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Jesus Cristo



Para mim, viver é Cristo.
É possível definir toda a existência em uma só palavra?
A palavra: Jesus.
Ele é o Alfa e o Ômega.
O primeiro e o último.
O mesmo ontem, hoje e amanhã.
Aquele que Era, que É e que há de vir.
Jesus: Quem é Ele para mim?
Ele é o Príncipe da Paz que acalma minha alma.
Ele é o Bom Pastor que guarda minha alma.
Ele é o Grande Sumo Sacerdote que redime minha alma.
Ele é o Rei dos Reis que governa minha alma.
Ele é o Grande Profeta que ilumina minha alma.
Ele é o Adorado que ama minha alma.
Ele é o Juiz dos vivos e mortos que vindica minha alma.
Ele é a Ressurreição e a Vida que preserva minha alma.
Ele é o Grande Eu Sou que garante minha alma.
Jesus, Rei da Glória!
Rei da Eternidade!
Rei de toda a Terra!
Rei dos Reis!
Meu Rei!
Jesus, suficiente!
Mais do que suficiente!
Quando tenho fome, Ele É o Pão da Vida que me alimenta.
Quando estou perdido, Ele É o Caminho que me leva para casa.
Quando estou preso, Ele É a Porta para a liberdade.
Quando tenho dúvidas, Ele É a Rocha.
Quando estou mudo, Ele É a Palavra.
Quando estou desesperado, Ele É a mais clara estrela.
Quando estou sujo, Ele É o Cordeiro de Deus que limpa os meus pecados.
Quando tenho medo, Ele É o Leão da Tribo de Judá.
Quando tenho necessidades, Ele É o indescritível presente.
Quando estou no escuro, Ele É a Luz.
Senhor da Glória!
Senhor dos Senhores!
Senhor de tudo!
Meu Senhor!
A Ele pertence o nome acima de todos os nomes!

sábado, 24 de outubro de 2009

Sabedoria a Saramago

Nos últimos dias, o mundo intelectual e a mídia têm prestigiado o escritor português José Saramago que fez o lançamento de seu livro mais recente “Caim”, na cidade de Penafiel, no norte de Portugal. Além do livro, o escritor também expôs declarações sobre a Igreja Católica, o cristianismo, a Bíblia e Deus. Eis algumas citações:

“Na Bíblia há incesto, é inegável. Não existiria este livro se o episódio de Caim e Abel não estivesse na Bíblia, onde se mostra a crueldade de Deus. Não se deve ter confiança no Deus da Bíblia.”

“A Bíblia é um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana.”

“Que Ratzinger tenha a coragem de invocar Deus para reforçar seu neomedievalismo universal, um Deus que ele jamais viu, com o qual nunca se sentou para tomar um café, mostra apenas o absoluto cinismo intelectual desta pessoa.”

“As insolências reacionárias da Igreja Católica precisam ser combatidas com a insolência da inteligência viva, do bom senso, da palavra responsável. Não podemos permitir que a verdade seja ofendida todos os dias por supostos representantes de Deus na Terra, os quais, na verdade, só têm interesse no poder.”

“O Deus da Bíblia é uma pessoa cruel, invejosa, vingativa e insuportável. Em pequeno dão-nos sal na boca e deitam-nos água e assim passamos a fazer parte da quadrilha.”

“Deus não existe fora da cabeça das pessoas que nele creem. Pessoalmente, não tenho nenhuma conta a ajustar com uma entidade que durante a eternidade anterior ao aparecimento do universo nada tinha feito (pelo menos não consta) e que depois decidiu sumir-se não se sabe para onde. O cérebro humano é um grande criador de absurdos. E Deus é o maior deles.”

A rigorosa defesa do ateísmo é uma atitude plenamente assumida pelo comunista José Saramago já a bastante tempo. As provocações à Igreja Católica também não são novidades. As réplicas do mundo cristão às alegações dele, de Dawkins, Nietzsche, Marx e tantos outros ateus espalhados pelo mundo, apenas alimentam a polêmica e pouco benefício produzem para quaisquer dos lados.

Assim, considerando a tendência niilista e liberal do mundo, não é estranho garantir aos descrentes o direito de descrer e divulgar a descrença, ainda que isto seja feito para fins de publicidade e sensacionalismo, como parece ser o caso de Saramago. O ateu pode pregar suas convicções livremente e deve fazê-lo com a garantia de não ter sua vida estraçalhada por qualquer crente fundamentalista. Isto deve valer especialmente nas ocasiões em que o crente é o primeiro a ser ofendido. Esta é a outra face a ser dada por aqueles que confiam na Palavra de Jesus.

Mas, cabem aqui algumas perguntas que as declarações de Saramago suscitam e que ele e nem seus correligionários não se dignaram a responder:

Se Deus não existe, como Ele pode ser culpado pelas atrocidades citadas na Bíblia e frequentes em toda história humana?

Se Deus não existe, Suas Leis Morais também não. E se estas não existem, o que Saramago tem a dizer: É lícito matar, estuprar, mentir, roubar e dissimular? O holocausto da II Guerra Mundial, o extermínio de cristãos e dissidentes políticos na China (o gigante comunista) e o aprisionamento civil em Cuba (o remanescente comunista no Ocidente) são fatos históricos dignos de aplauso?

Se Deus não existe ou existe e pouco Se importa com a condição humana, como explicar o incrível e incomensurável conjunto de fatores que propiciam a vida humana, não apenas no âmbito ecológico, mas na própria complexidade do cérebro humano e nas interações que realiza com o mundo? E o pensamento, a linguagem, a personalidade, os processos mentais da inteligência e memória? Surgiram espontaneamente, por puro acaso? Haja fé para crer nisto.

O fato é que Saramago e todos os demais ateus não têm resposta para estas questões que suas próprias alegações suscitam. Eles podem e têm o direito de descrer em qualquer proposição das Escrituras Sagradas. Mas o vácuo que suas argumentações provocam apenas aumenta e não é solução para absolutamente nada.

Do ponto de vista bíblico, a solução para todo e qualquer problema humano centraliza-se em Jesus Cristo. Ele É a Verdade. E por meio da fé em Seu sacrifício intercessor, a humanidade pode ser restaurada de todas as suas falhas morais. E Nova Terra e Nova Vida são garantidas para aqueles que plenamente se colocarem aos pés do Mestre do Amor. Será isto tão cruel quanto Saramago faz parecer?

Sendo assim, o que é mais sábio? Confiar em alegações contraditórias de ateus, que mesmo bem fundamentados a respeito de crimes reais cometidos pela cristandade ainda não são capazes de solucionar os mais profundos dilemas da condição humana? Ou confiar na Sabedoria Divina que escancara diretamente os problemas para enfim exterminá-los com Seu Amor Sublime e Transformador?

Trata-se de uma questão de escolha. Saramago fez a dele. Seja sábio e faça a sua.

sábado, 17 de outubro de 2009

Realidade nua e crua

sábado, 3 de outubro de 2009

O ápice da História

(Clique para ampliar)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Declaração a meu bem querer

Hoje acordei pensando em você
Saudade de um tempo que jamais vou esquecer
Do encontro diário, dos conselhos e do afeto
Lembranças de um carinho bom, simples, direto.

Hoje eu celebro a verdadeira amizade
Maior do que a distância, vencida com maturidade
Sentimentos compartilhados, conquistas repartidas
Tolerando nossas diferenças reais, mas sempre assumidas.

Hoje eu fico feliz por ter te conhecido
Por ter usufruído da benção em poder ser seu amigo
Sou grato por cada palavra a mim dirigida
Te guardo sinceramente em meu coração, em minha vida.

Hoje eu prometo estar ao teu lado, sempre presente
Precisando de mim ou não, ainda que esteja silente
Sinto seu bom humor, tolerância e presença constante
Ensinando-me que certos riscos tornam a vida mais vibrante.

E se hoje eu te amo e preciso de você em cada segundo
Te ofereço quem sou e o meu Amor intenso, profundo.
Pois encantado, contemplo a sua grande virtude:
O talento único em transformar Amor em atitude.

domingo, 5 de julho de 2009

Solidão: Desconstrução de um ser mórbido

Um vento frio tangencia as esquinas da mente.
Pensamentos perdidos na escuridão da identidade.
O homem que encaro no espelho está atônito, diferente.
A sensação é estranha, depressiva, mas realidade.

Acusado de esconder quem sou no silêncio.
Vejo minha ausência incomodar os que me amam.
A porta de entrada está fechada. Caminho cego, tenso.
Minha casa é a nulidade, quanto a eles? Reclamam.

Habituado estou à minha anti-naturalidade.
Observo as reações e tento prever o jeito certo de agir.
Desequilíbrio constante. Latente vulnerabilidade.
Fazer? Não sei. Chorar? Inútil. Vontade? Fugir.

Imagino quem sou, mas desconheço o meu eu em você.
Não me importo em ser o que quer que seja e não sei viver.
Calo-me diante de tudo para descobrir quem sou em você.
E então você me mostra um eu que não sei ser.

Conhecer outras maneiras de me ver? Sonho utópico.
Confiança ineficaz nas palavras de um alguém distante.
Frustração, insegurança, desespero e medo sórdido.
Alma cansada, diante de um horizonte brilhante.

Reflito sobre cada conselho solidário a mim dirigido.
Pondero as afirmações e racionalizo minha própria sorte.
Derrotado por um temperamento esquisito, fingido.
Inevitavelmente e sem forças, revivo meu ciclo de morte.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Michael Jackson em Jesus Cristo


Não me lembrarei do homem polêmico,
acusado injustamente de infantilidade.
Não me lembrarei do homem ridicularizado
por atitudes incomuns, excentricidades.
Não me lembrarei do homem abandonado,
perdido em sua fama, na solidão.
Não me lembrarei do homem triste,
fingindo alegria, buscando atenção.

Me lembrarei do homem lutador,
que superou preconceitos em meio à dor.
Me lembrarei do homem recordista,
que estabeleceu padrões imbatíveis.
Me lembrarei do homem solidário,
que mostrou Amor aos mais insensíveis.
Me lembrarei do homem criativo,
o artista definitivo, o gênio talentoso.
Me lembrarei do homem-música,
de coração amável, bondoso.

Me lembrarei de Michael Jackson
e de algo que ainda não tinha visto:
Me lembrarei de sua entrega total
a seu único amigo: Jesus Cristo.

E para os que ainda não conhecem a história:

Music and me
Música e eu

We´ve been together for a such a long time
Nós estivemos juntos por tanto tempo
Now music, music and me
Agora música, música e eu
Don´t care whether our songs rhyme
Não ligue se as nossas canções rimarem
Now music, music and me
Agora música, música e eu
Only know wherever I go
Apenas saiba que onde quer que eu vá
We're as close as two friends can be
Nós estaremos tão próximos como dois amigos podem estar
There have been others,
Já houve outros,
But never two lovers
Mas nunca dois amantes
Like music, music and me
Como a música, música e eu
Grab a song and come along
Pegue uma canção e venha
You can sing your melody
Você pode cantar a sua melodia
In your mind, you´ll find
Em sua mente, você encontrará
A world of sweet harmony
Um mundo de doce harmonia
Birds of a feather
Pássaros de uma mesma plumagem
Will fly together
Sempre voarão juntos
Now, music, music and me
Agora, música, música e eu
Music and me
Música e eu

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Metade

Que a força do medo que tenho
Não me impeça de ver o que anseio

Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.

Que a música que ouço ao longe
Seja linda ainda que tristeza
Que a mulher que eu amo seja pra sempre amada
Mesmo que distante
Porque metade de mim é partida
Mas a outra metade é saudade.

Que as palavras que eu falo
Não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor
Apenas respeitadas
Como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos
Porque metade de mim é o que ouço
Mas a outra metade é o que calo.

Que essa minha vontade de ir embora
Se transforme na calma e na paz que eu mereço
Que essa tensão que me corrói por dentro
Seja um dia recompensada
Porque metade de mim é o que eu penso mas a outra metade é um vulcão.

Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.

Que o espelho reflita em meu rosto um doce sorriso
Que eu me lembro ter dado na infância
Por que metade de mim é a lembrança do que fui
A outra metade eu não sei.

Que não seja preciso mais do que uma simples alegria
Pra me fazer aquietar o espírito
E que o teu silêncio me fale cada vez mais
Porque metade de mim é abrigo
Mas a outra metade é cansaço.

Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade pra fazê-la florescer
Porque metade de mim é platéia
E a outra metade é canção.

E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.

Oswaldo Montenegro